Sociedade de classes define-se pela posição social que o individuo possui. Se pertence à classe baixa, média ou alta.
Karl Marx defendia a tese que a luta de classes é o motor da história, ou seja, dominantes e dominados sempre entraram em conflito.
Numa sociedade capitalista, no entanto, cada qual tem que conquistar seu espaço, mas nem sempre as oportunidades são as mesmas. Geralmente quem terá mais destaque será aquele que veio de um lar estruturado, com boa intelectualidade e que incentive a conquistar os seus objetivos.
Já quem mora em um lar cuja membros da família são analfabetos funcionais, traficam drogas e não têm nenhum comprometimento com a Educação, as oportunidades serão escassas, pois o filho se espelha nos pais.
Enfim, sociedade de classes é um sentido muito amplo, pois para Karl Marx era a relação entre dominantes e dominados e para o capitalismo, gerou três:classe baixa, média e rica.
O sistema capitalista gerou a desigualdade social por não oferecer a mesma oportunidade para todos.
Gilberto Freyre
Sistematizado na obra “Casa Grande & Senzala”, de Gilberto Freyre, o conceito de democracia racial coloca a escravidão para fora da simples ótica da dominação. A condição do escravo, nessa obra, é historicamente articulada com relatos e dados onde os escravos vivem situações diferentes do trabalho compulsório nas casas e lavouras. De fato, muitos escravos viveram situações em que desfrutavam de certo conforto material ou ocupavam posições de confiança e prestígio na hierarquia da sociedade colonial. Os próprios documentos utilizados na obra de Freyre apontam essa tendência.
A consolidação da sociedade de classes
A sociedade de classes consolidou-se devido a dependência das indústrias pelo setor agrário exportador.
A sociedade da época apresentava certa complexidade se comparada às décadas anteriores. Novas camadas sociais haviam se desenvolvido desde a abolição. Na sociedade da década de 1930 havia trabalhadores rurais assalariados, proprietários de terras, empresários, operários, comerciantes, funcionários públicos e setores das classes médias urbanas.
Sérgio Buarque de Holanda
Os exemplos são muitos e provavelmente você já se deparou com alguma situação em que o nosso lado “malandro” ou o “jeitinho brasileiro” falou mais alto. Para Sérgio Buarque de Holanda, esse hábito do nosso povo é o que o torna um homem cordial, termo presente em um de seus ensaios. A palavra cordial, no entanto, nos leva para um lado mais polido, que não é o sentido que o autor quis atribuir, e ele mesmo se resguarda disso em seu texto. É fato que o brasileiro é conhecido por ser hospitaleiro, alegre e festeiro, mas não seriam tão conhecidos pela educação ou polidez, como os japoneses e outros povos. A palavra cordial, nesse caso, remete ao latim cordis, que significa coração. O homem cordial é, assim, alguém que age com o coração ao invés da razão.
Industrialização tardia
A onda de modernização varguista implantou fábricas cujos equipamentos e tecnologias eram provenientes da concepção técnica afinada com o espírito que orientou a Segunda Guerra Mundial. De certo modo, foi uma industrialização tardia, que não se fez sem contradições ou conflitos. Umas das dificuldades principais consistiu na transformação da própria natureza das indústrias nesse período histórico.
Brasil e a 3ª Revolução Industrial
A Terceira Revolução Industrial demandou grande esforço por parte do Estado e de alguns setores sociais, a necessidade de equipar-se às indústrias. E obrigou o país a superar obstáculos ainda maiores.
A revolução esteve associada a um espantoso desenvolvimento científico que teve amplo significado político. Os produtos tecnológicos que então surgiram revolucionaram tanto a produção quanto o processo de trabalho, causando também forte impacto na vida cotidiana, que conheceu a introdução de enorme gama de produtos novos, os quais propiciaram transformações espetaculares no comportamento individual, a exemplo dos mencionados computador pessoal e internet.
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