terça-feira, 26 de agosto de 2014
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias de um Sargento de Milícias
Missa do Galo
O enredo se desenvolve quando seu Nogueira tem dezessete anos e mora na casa do escrivão Meneses, para estudar. Naquele ano, prolongou sua estada na Corte (Rio de Janeiro) a fim de assistir à Missa do Galo, apesar das férias já terem iniciado.
O escrivão Meneses, mesmo casado dom dona Conceição, uma santa, segundo o narrador, mantinha um caso extraconjugal com uma mulher separada do marido. Na casa todos sabiam, inclusive sua esposa. Uma vez por semana, Meneses encontrava-se com a amante. À noite de Natal foi uma dessas ocasiões. O adultério declarado do marido de Conceição propicia condições para que ela própria deseje também prevaricar.
Assim acontece o encontro premeditado por ela, ao que tudo indica, com o jovem Nogueira, enquanto este, em casa, esperava a hora da Missa do Galo. Ele por ingenuidade e inexperiência, não chega a captar exatamente as intenções da pacata mas traída Conceição.
Ela, por sua roupa, seus gestos, suas atitudes, seu andar, suas frases ambíguas parece disposta a seduzir o estudante ingênuo. No entanto, nenhum envolvimento explícito acontece com eles. Nogueira conta no final que, no ano seguinte, o escrivão Meneses morre de apoplexia. Quanto à Conceição, casou-se novamente logo depois com o escrevente do juramento do marido.
O primo Basílio
Passado em Lisboa, nesta obra conta-se a história de uma casal – Luisa e Jorge – que vive pacatamente. A acção começa quando Jorge tem que viajar para o Alentejo por motivos profissionais. Durante a ausência do marido, Luisa é inesperadamente surpreendida pela visita de Basílio, seu primo e amigo de infância com quem havia trocado algumas cartas de cariz romântico. Seduzida por este, Luisa acaba por cair em adultério.
Mas, Luisa tinha uma criada, Juliana, que, rancorosa e mesquinha, ao descobrir o segredo dos dois amantes através de uma carta destes, faz chantagem, obrigando a ama a servi-la como se fosse ela a dona da casa, e exigindo pelo seu silêncio uma quantia exorbitante. A pobre senhora sujeitou-se a todas as humilhações mas não tinha tanto dinheiro. Pediu-o a Basílio, mas este, já entediado das relações com Luisa e também sem dinheiro, regressa apressadamente para França.
Com a chegada do marido, a situação complicou-se ainda mais. Luisa começa a ficar doente, abatida e sem apetite, facto que preocupa e indigna Jorge.
Luisa, já desesperada, numa tentativa de solucionar o problema, conta tudo a Sebastião, um amigo de Jorge que, com a ajuda de um polícia seu conhecido, consegue tirar a carta das mãos da criada. Esta, assustada pela inesperada interpelação, sofre um ataque cardíaco e morre. O sucedido, enche de alegria Luisa, que julga ver acabados os seus tormentos.
Mas o destino não quis que assim fosse. Basílio tinha recebido em França uma carta de Luisa a pedir-lhe dinheiro, mais uma vez, à qual decide responder muito tempo depois de a ter recebido. Nela promete enviar a quantia necessária para calar a criada. Todavia, esta carta acaba por ser lida por Jorge que, naturalmente, exige explicações à esposa.
Vendo-se desmascarada, Luisa adoece e não resiste à morte.
Após a sua morte, Jorge abandona a casa onde haviam vivido.
Algum tempo depois, Basílio volta a Lisboa e procura a prima. Ao ver a casa fechada, é informado que esta falecera. Basílio responde com uma indiferença impiedosa à notícia.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Fisica - parte 2 - 3° bim
Leis da Reflexão
A 1° lei da reflexão: O raio incidente (RI) à normal e o raio refletido são cooplanares, ou seja, estão no mesmo plano.
A 2º lei da refração: O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão (r = i)
A imagem formada por um espelho plano é determinada através do prolongamento dos raios refletidos.
A imagem formada pode ser real ou imaginária. Se o objeto for real, a imagem é virtual; e se o objeto for virtual, a imagem é real.
Imagem de um ponto
- Ponto imagem: ponto definido peã interseção de raios emergentes do espelho.
-Ponto objeto: interseção de raios incidentes sobre o espelho.
*Ponto real - interseção efetiva de raios luminosos.
*Ponto virtual - interseção de prolongamentos de raios luminosos.
Imagem de um objeto extenso - a imagem refletida não se superpõe ao objeto. O objeto e a imagem no espelho são figuras contrárias.
Translação de um espelho plano - D=2d / vi= 2ve
Rotação de um espelho plano - ∆= 2alfa
Imagem entre o objeto e um espelho plano
N = 360°/alfa -1
Fisica 3° bimestre - 1ª parte
São a representação geométrica da trajetória da luz, indicando sua direção e o sentido da sua propagação. Por exemplo, em uma fonte puntiforme são emitidos infinitos raios de luz, embora apenas alguns deles cheguem a um observador.
Representa-se um raio de luz por um segmento de reta orientado no sentido da propagação.
É um conjunto de infinitos raios de luz; um feixe luminoso pode ser:
- Cônico convergente: os raios de luz convergem para um ponto;
- Cônico divergente: os raios de luz divergem a partir de um ponto;
- Cilíndrico paralelo: os raios de luz são paralelos entre si.
- Meio transparente
- Meio translúcido
- Meio opaco
Quando um feixe de raios paralelos incide sobre uma superfície polida, propagando-se no meio 1, este retorna para o meio (1) sem perder o paralelismo.
Reflexão regular da luz
O feixe de raios paralelos provenientes do meio (1) atinge a superfície de separação com o meio (2) perdendo seu paralelismo e sendo espalhado em todas as direções.
Reflexão difusa da luz
Refração
A luz, proveniente do meio (1), atravessa a superfície de separação entre os dois meios e passa a se propagar no meio (2), sendo a luz, em geral, desviada, assumindo uma direção bem diferente da direção de propagação no meio (1).
Refração da Luz
A luz proveniente do meio (1) atinge o meio (2), porém, não retorna ao meio de propagação inicial e nem passa a se propagar no meio (2). Essa luz, por se tratar de energia, é absorvida pele superfície.
Absorção da luz
- Fonte de luz puntiforme
- Fonte de luz extensa
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Missa do galo
O conto Missa do Galo de Machado de Assis tem foco narrativo em primeira pessoa, o narrador também é personagem. è um conto retrospectivo, pois o sr,. Nogueira já adulto, relata um acontecimento do passado. O enredo se desenvolve quando seu Nogueira tem dezessete anos e mora na casa do escrivão Meneses, para estudar. Naquele ano, prolongou sua estada na Corte (Rio de Janeiro) a fim de assistir à Missa do Galo, apesar das férias já terem iniciado. O escrivão Meneses, mesmo casado dom dona Conceição, uma santa, segundo o narrador, mantinha um caso extraconjugal com uma mulher separada do marido. Na casa todos sabiam, inclusive sua esposa. Uma vez por semana, Meneses encontrava-se com a amante. À noite de Natal foi uma dessas ocasiões. O adultério declarado do marido de Conceição propicia condições para que ela própria deseje também prevaricar.
Assim acontece o encontro premeditado por ela, ao que tudo indica, com o jovem Nogueira, enquanto este, em casa, esperava a hora da Missa do Galo. Ele por ingenuidade e inexperiência, não chega a captar exatamente as intenções da pacata mas traída Conceição. Ela, por sua roupa, seus gestos, suas atitudes, seu andar, suas frases ambíguas parece disposta a seduzir o estudante ingênuo. No entanto, nenhum envolvimento explícito acontece com eles. Nogueira conta no final que, no ano seguinte, o escrivão Meneses morre de apoplexia. Quanto à Conceição, casou-se novamente logo depois com o escrevente juramentado do marido.
Memórias de um Sargento de Milícias
De Manuel Antônio de Almeida, é uma obra que, apesar de ser considerada integrante do movimento romântico, graças ao empenho incessante dos críticos em classificar rigidamente as produções literárias em estilos –Romantismo, realismo e outros mais -, destoa nitidamente das características desta escola.
O único ponto em comum entre este livro e os de seus contemporâneos é que ele também foi, inicialmente, publicado em capítulos em um periódico, o carioca Correio Mercantil, configurando, assim, um folhetim, editado toda semana neste veículo, entre junho de 1852 e julho de 1853, sem a assinatura do escritor. Ele só foi lançado no formato literário em 1854 – primeiro volume – e em 1855 – o segundo volume, subscrito como ‘um brasileiro’. O nome do escritor só foi creditado na terceira edição, quando ele já tinha falecido.
Por constituir uma obra à parte, considerada desrespeitosa e irregular pelos críticos conservadores, que não sabiam como lidar com as produções que não se enquadravam em suas categorias literárias, ela foi durante muito tempo relegada às sombras, sendo redescoberta a partir dos anos 20. Suas características, que até então provocavam desprezo entre os especialistas, a converteram em um dos livros mais carismáticos de toda a produção brasileira do século XIX.
Para conquistar a atenção do leitor, o autor criou uma narrativa que lembra muito as notícias de um jornal, composta com o discurso do povo, típico das camadas baixas e médias, exposto em capítulos concisos e de certa forma autônomos, cada um deles representando, normalmente, um evento integral. O enredo é intrincado, tecido por tramas sucessivas que somente em alguns momentos interagem entre si.
Leonardo é o protagonista desta história, o típico malandro carioca, concebido durante uma travessia marítima que conduz seus pais de Portugal ao Brasil. Desde criança ele revela seu mau gênio e antevê os desafios com os quais irá se deparar em sua existência. Rejeitado pelos pais, só lhe resta o amparo do padrinho, proprietário de uma barbearia. A forma ilícita como este profissional conquistou seu capital simboliza o famoso ‘jeitinho brasileiro’, já comum na vida social deste período.
Os feitos de Leonardo o levam incessantemente a dificuldades das quais ele se livra por meio da intervenção de seus amigos. Ele configura um personagem plano, que não se modifica em momento algum, ou seja, seus traços elementares são preservados o tempo todo. O herói mantém, assim, seu jeito malandro de ser até o final. Outras figuras do livro são consideradas alegóricas, algumas nem mesmo são nomeadas, pois apenas representam determinadas categorias.
Leonardo não conduz a narrativa, a qual é tecida por um narrador onisciente na terceira pessoa. A expressão ‘memórias’ mencionada no título se refere, portanto, ao passado, resgatado através das aventuras e desventuras de Leonardo. Duas diretrizes guiam este relato, a ordem, simbolizada pelo Major Vidigal, e a desordem, característica principal do protagonista. A vivência de uma meninice que conheceu de perto a pobreza contribui para que Manuel Antônio construa habilmente esta história, bem como cada um de seus personagens.
Primo Basilio
Luisa é casada com Jorge, que trabalhava muito e consequentemente ficava muito tempo fora de casa. Ela ficava muito sozinha e entediada com toda essa falta do marido.
Na casa moravam duas empregadas e uma delas era Juliana, uma das personagens mais fortes, pois era discriminada.
Luisa tinha um amor de infância, seu primo Basílio que do nada, aparece na porta de seu apartamento. E ela, fragilizada e só, volta a sentir tudo que sentia quando jovem. Depois desse aparecimento, Basílio sempre a visitava. E a empregada Juliana, sempre os observava, estava sempre de olho em todos os passos dos dois.
Os primos sempre trocavam cartas, e Luisa, depois de lê-las, as jogava no lixo para seu marido Jorge não ver. Mas um certo dia, a empregada Juliana tirou o lixo do quarto de Luisa e viu as cartas e, ela que de boba nao tem nada, as guardou para xantagear Luisa, e ser alguem na vida.
Conseguiu xantagea-la, e quem fazia os serviços da casa era Luisa e não Juliana.
Os encontros entre os primos não pararam. Basílio, certo dia, convidou Luisa para ir ao paraíso ( ela, como mulher romantica imaginou um lugar maravilhoso) mas era um lugar sujo, barulhento, e ao chegar lá, seu primo a tratou mal. (Ela não entendeu porque estava ali e/ou porque ele estava tratando-a mal). - Nesse trecho o livro demonstra a degradação de Luisa -> se você esta traindo seu marido, olhe onde você vai parar -.
Luisa precisa se desfazer das xantagens de Juliana, e para isso pede ajuda ao seu amigo que é policial. Ele resolve ajudar e vai a casa dela. Chegando lá, diz a empregada que ela tem que devolver ou sera presa. Juliana ficou tao nervosa que acabou morrendo.
Depois de tudo, Basílio diz pra Luisa que ele não pode ficar mais em Portugal e que precisa voltar pra Paris. Ela fica querendo ir junto mas ele diz que vai mandar dinheiro pra ela ir depois (Mentira, porque ele não manda e ainda some. Para de responder as cartas, esquece Luísa.)
Com a ausência de Basílio, e seu "desaparecimento " Luisa fica doente e quem cuida dela é Jorge. Um certo dia, Basílio responde as cartas de Luísa e quem a recebe é Jorge. E então ele descobre sofre a traição, ele fica muito chateado com Luisa, que acaba morrendo.
Alguns meses depois Basílio retorna a Portugal e procura por Luisa e fica sabendo que ela esta morta. Ele lamenta e diz que poderia ter trazido sua amante francesa.
Ninguém entende e ele então explica que Luisa era apenas uma necessidade fisiológica.
Iracema
Além disso, a tribo tabajara alia-se com os franceses que lutam contra os portugueses, que são aliados dos pitiguaras, pela posse do território brasileiro. Com o passar do tempo, Martim começa a sentir falta das pessoas que deixou em sua pátria, e acaba distanciando-se de Iracema. Esta, por sua vez, já grávida, sofre muito percebendo a tristeza do amado. Sabendo que é o motivo do sofrimento de Martim, ela resolve morrer depois que der à luz ao filho. Sabendo da ausência de Martim, Caubí, irmão de Iracema, vai visitá-la e dia que já a perdoou por ter fugido e dado às costas à sua tribo. Acaba conhecendo o sobrinho, e promete fazer visitas regulares aos dois.
Conta que Araquém, pai de Iracema, está muito velho e mal de saúde, devido à fuga de Iracema. Justo no período que Martim não está na aldeia, Iracema dá luz ao filho, ao qual dá o nome de Moacir. Sofrendo muito, não se alimentando, e por ter dado à luz recentemente, Iracema não suporta mais viver e acaba morrendo logo após entregar o filho à Martim. Iracema é enterrada ao pé de um coqueiro, na borda de um rio, o qual mais tarde seria batizado de Ceará, e que daria também nome à região banhada por este rio. Ao meio desta bela história de amor, estão os conflitos tribais, intensificados pela intervenção dos brancos, peocupados apenas em conquistar mais territórios e dominar os indígenas.
Personagens:
Martim Soares Moreno: guerreiro branco que representa o colonizador europeu, era amigo dos pitiguaras, habitantes do litoral, adversários dos Tabajaras. Os pitiguaras lhe deram o nome de Coatiabo;
Moacir: filho de Iracema representa no livro o primeiro brasileiro;
Araquém: o feiticeiro da tribo Tabajara e pai de Iracema;
Caubi: irmão de Iracema;
Poti: índio Pitiguara, que se considerava irmão de Martim;
Batuirité: avô de Poti;
Jacaúna: irmão de Poti;
Irapuã: chefe dos Tabajaras; apaixonado por Iracema;
Escrava Isaura
- Isaura, a heroína escrava, é branca, linda, pura, virginal e possui um caráter nobre e demonstra "conhecer o seu lugar": do princípio ao fim, suporta conformada a perseguição de Leôncio, as propostas de Henrique, as desconfianças de Malvina, sem jamais se revoltar. Permanece emocionalmente escrava, mesmo tendo sido educada como uma dama da sociedade. Tem escrúpulos de passar por branca livre, acha-se indigna do amor de Álvaro e termina como a própria imagem da "virtude recompensada".
- Leôncio, vilão da trama. Filho único do comendador Almeida, o dono da fazenda situada em Campos dos Goitacases (RJ), é uma criança difícil, que cresce e se torna um homem inescrupuloso. Casa-se com a rica Malvina, mais é incansável na perseguição a Isaura.
- Tomásia é a condessa de Campos, rica e bonita, uma das maiores inimigas de Leôncio, devido as maldades que este praticou contra ela. Antes de se tornar condessa ela era uma camponesa simples, mas depois de rica, se torna uma mulher poderosa que faz de tudo para se vingar de Leôncio.
- Álvaro, o bom moço da história. Conhece Isaura quando esta foge com o pai para Recife. Tornam-se amigos e em pouco tempo a amizade dá lugar a um profundo amor. Por princípio, Álvaro é abolicionista e, como prova, emancipa todos os escravos que eram herança da fazenda de seus pais. Apaixonado por Isaura, o grande obstáculo que Álvaro precisa vencer é o fato de Isaura ser propriedade legítima de Leôncio. Para isso, vai à corte, descobre a falência de Leôncio, adquire seus bens e desmascara o vilão. Liberta Isaura e casa-se com ela, desafiando, assim, os preconceitos da sociedade escravagista.
- Miguel, pai de Isaura, foge do conceito tradicional do mau feitor. Quando feitor da fazenda de Leôncio, tratara bem aos escravos e amparara Juliana, mãe de Isaura, nas suas desditas com o pai de Leôncio. Pai extremoso, deseja libertar a filha do jugo da escravidão e não mede esforços para isso.
- Martinho é o estereótipo do ganancioso: cabeça grande, cara larga, feições grosseiras e "no fundo de seus olhos pardos e pequeninos reluz constantemente um raio de velhacaria". Por querer ganhar muito dinheiro entregando Isaura ao seu senhor, acaba por não ganhar nada.
Belchior é o símbolo da estupidez submissa e também sua descrição física se presta a demonstrar sua conduta: feio, cabeludo, atarracado e corcunda. O crítico Manuel Cavalcanti Proença aponta "o parentesco entre o disforme e grotesco, Belchior é o Quasímodo de O Corcunda de Notre Dame, de Víctor Hugo, romance de extraordinária voga, ainda não de todo perdida, no Brasil." - Dr. Geraldo Advogado conceituoso, é o ponto de equilíbrio para Álvaro ponderar suas atitudes em relação á condição de Isaura como escrava.
- Malvina, esposa de Leôncio, jovem rica e ingênua, que fica com o tempo barbarizada com o comportamento do marido, com o tempo vai tendo ódio de seu comportamento, depois da misteriosa morte de Leôncio se casa com dr. Geraldo.
- Branca, u ma jovem rica, ela é irmã de Geraldo, gosta muito de Álvaro mas não se conforma em Álvaro se apaixonar por um escrava. Mas com sua chegada à Campos, ela e Leôncio se tornam cumplices, e fazem planos para separar Isaura de Álvaro.
- Rosa, b Bonita e ousada, nascida na senzala de Leôncio, descobre que é filha de um Coronel que, por coincidência, é pai de Malvina, se engraçou com sua mãe antes dela nascer. Sabendo disso, sua esposa manda quebrar todos os dentes da escrava e matar Rosa, mas a escrava grávida foge para a Fazenda de Leôncio.
Poucos anos depois de Rosa nascer, sua mãe morre, mas Rosa cresce até se tornar uma mocinha. Logo depois que o coronel descobre que Rosa está viva e na fazenda de Leôncio, ele a compra por muito dinheiro, e então a assume como filha.