terça-feira, 15 de março de 2016

Crescimento populacional no Brasil e no Mundo

                                      Termos básicos para o estudo da população


Conjunto de habitantes de uma dada área, pode ser definido desde o aspecto local ao aspecto global. O campo da geografia que estuda a população é a demografia, que tem como significado o estudo da descrição do povo.

A) População absoluta: corresponde a população total de um determinado local.
Obs: Quando um local tem uma população absoluta numerosa, dizemos que ele é populoso. 

B) População relativa ou Densidade demográfica: corresponde a média de habitantes por quilômetros quadrados. Isto é, é o total de habitantes dividido pela área que ocupam ou é a média da distribuição da população total pelo território. Um termo atualmente muito empregado para se definir povoado é o termo densidade demográfica.
Obs: Quando a população relativa de um local é numerosa dizemos que esse local é muito povoado. E quando ocorre o inverso dizemos que ele é pouco povoado.


                                        DD = populção absoluta 
                                                           área (km²)


C) Superpovoamento: uma área é superpovoada quando seus recursos econômicos e naturais não conseguem gerar qualidade de vida adequada para todos os habitantes.


D) O crescimento natural ou vegetativo: representa a evolução do aumento do número de habitantes de uma dada região sem considerar o saldo migratório, ou seja, é o crescimento populacional envolvendo somente os habitantes oriundos do território em questão. Assim, para conhecer e quantificar o crescimento demográfico de um dado lugar, utiliza-se o cálculo das taxas de natalidade e mortalidade.

  • Taxa de natalidade (TN): é o número de nascimentos anuais ocorridos em uma determinada região em relação à população local. Esse dado não inclui os chamados “natimortos”, aqueles que nascem mortos ou morrem logo após o parto. Geralmente, essa relação é representada em porcentagem (a cada 100 habitantes) ou em permilagem (a cada mil habitantes), sendo essa última a forma mais comum. Assim, temos que o cálculo da taxa de natalidade é:

TN = N x 1000 

*N é o número de nascimentos e P, a população total. Multiplica-se, no caso, por mil para obter os dados em permilagem.

  • Taxa de mortalidade (TM): é o número de óbitos anuais ocorridos em uma determinada região em relação à população local, também obtido em permilagem, o mais comum, ou também em porcentagem. O cálculo da taxa de mortalidade expressa-se dessa forma:

TM = M x 1000 

*M é o número de mortes anuais e P é a população total.

A diferença entre as taxas de natalidade e mortalidade representa o crescimento vegetativo de uma dada localidade.

                                                          Teorias Demográficas

Malthusiana - O acelerado crescimento da população poderia causar a superprodução e, consequentemente, guerras, epidemias e empobrecimento do mundo. Para evitar isso, Malthus propôs algumas medidas: controle da natalidade, proibição do casamento entre pessoas mais jovens, limitação do número de filhos para os mais pobres, aumento o preço das mercadorias. Era contra o uso de contraceptivos em razão de sua formação religiosa, no entanto pregava uma série de normas, que incluíam até abstinência sexual.

Obs: Malthus subestimou a capacidade da tecnologia em elevar a produção de alimentos. A fome e a subnutrição, que atualmente afetam quase a sexta parte dos seres humanos de todo o planeta, não se devem à incapacidade de produzir alimentos, e sim à sua má distribuição, devido às desigualdades sociais e econômicas existentes dentro de cada país e entre os países.


Neomalthusiana -  Relacionavam a pobreza e a fome à explosão demográfica. O aumento da população jovem era então tido como o principal foco de atenção, pois significava maior investimento nas áreas de saúde e educação por parte dos governantes, inviabilizando investimentos em setores produtivos. Eram a favor dos contraceptivos.


Para os Malthusianos e os Neomalthusianos, as pessoas eram pobres porque tinham muitos filhos.

Reformistas - A pobreza e os problemas que dela advêm (desinformação, falta de acesso à saúde, impossibilidade de realizar planejamento familiar) causam a superpopulação e não o contrário. As boas condições socioeconômicas e acesso à educação e à saúde, por exemplo, regulariam de forma natural o crescimento da população.



Segundo os reformistas, as pessoas tinham muitos filhos porque eram pobres.

Revolução Industrial x Crecimento Demográfico

A forma de vida em sociedade e o cotidiano da população foram mudados completamente. Com a Revolução Industrial, os artesãos e, em geral, as pessoas que viviam no campo, passaram a viver nas cidades e se tornaram ferramentas fundamentais para a industrialização. Além disso, as urbes simbolizavam progresso e tornaram-se enormes e de grande importância àquela época.
Em 1850, na Inglaterra, as pessoas mais pobres viviam como podiam. Aglomeravam-se à margem, em subúrbios, moradias antigas e sem o menor conforto, além de enfrentarem a insalubridade. A diferença entre a vida na urbe e a vida no campo era basicamente, que as choupanas saíam de cena, dando a vez aos ratos, esgoto, ruas esburacadas e falta de água encanada. Em meio à miséria da população mais pobre, via-se, paradoxalmente, o surgimentos de modas, inovações nos bens de consumo e a formação de uma elite industrial.

Crescimento da população e recursos naturais

Uma das consequências primárias do crescimento exorbitante da população mundial será a falta de insumos e recursos naturais que sustentam a vida.  Se continuado tal nível mundial de crescimento, a população atingirá números onde a demanda por produtos básicos à sadia qualidade de vida e até mesmo à vida em si, será muito maior do que a oferta, ou seja, a capacidade produtiva de determinadas regiões, aliada à má distribuição, acarretará uma extensa crise por recursos básicos até então jamais vista. O que acontecerá poderá se converter em caos ambiental e humano sem precedentes. Uma vez instalada a falta, buscando-se sanar a necessidade, a qualidade do meio ambiente será ainda mais degradada pelo homem.
Com a severa necessidade, o homem irá de forma cada vez mais invasiva e desesperada tentar extrair do meio ambiente a solução para seu grave problema. Como a demanda é maior que a oferta, a natureza não fornecerá insumos suficientes, o que fará que ser humano novamente, invasivamente atue e danifique ainda mais o meio, que então responderá com ainda menos eficiência, e assim sucessivamente, gerando um ciclo cada vez mais destruidor e de difícil reparação.
O problema se tornará sustentado por dois fatores simples de uma equação: oferta de recursos por parte do meio ambiente, e a procura por tais recursos pelo homem. Atualmente, em termos práticos e numéricos, se analisada a oferta de recursos essenciais à vida, como os alimentos produzidos no mundo, tem-se que a demanda é menor do que a oferta, ou seja, se fossem somados todos estes alimentos e divididos pela necessidade,  satisfatoriamente sanar-se-ia a fome em todo o planeta. Aqui, não são levados em conta problemas como a má distribuição, apenas faz-se um paralelo da quantidade produzida com o número de pessoas existentes (necessidade, demanda). Todavia o que pode ocorrer é a inversão de tais fatores, ou seja, muito mais pessoas com fome que capacidade produtiva mundial poderia alimentar.

 Implosão Demográfica

Uma implosão demográfica é uma redução da taxa de natalidade, diminuindo-se o número de jovens e aqueles que iriam entrar no mercado de trabalho, e por outro lado, o aumento da população idosa, o que a curto,médio prazo irá trazer um problema sério em termos de segurança social, de previdência.
Só pode constituir um problema, pois se de um lado não entra mão de obra para o mercado de trabalho, por outro e devido às melhores condições de vida que se tem hoje em dia, a população idosa vive mais tempo, o que implica um gasto maior com as previdências e plano de aposentadoria. A breve trecho, isto só pode provocar um colapso na estrutura de qualquer serviço social.

População Brasileira

Inicialmente, sobretudo antes da Segunda Guerra Mundial, o crescimento populacional brasileiro não era tão elevado porque as taxas de natalidade, apesar de muito altas, eram compensadas pelas taxas de mortalidade, ou seja, nasciam muitas pessoas, mas também havia muitas mortes, principalmente pelo grande número de doenças, baixa qualidade de vida da população e precárias condições sanitárias. Na década de 1930, por exemplo, o crescimento demográfico só acontecia em razão das migrações internacionais realizadas em direção ao Brasil.
No entanto, à medida que as condições de vida melhoraram, o número de mortes diminuiu consideravelmente, o que não foi acompanhado pela quantidade de nascimentos, que se manteve elevada por um tempo. Por isso, houve um aumento repentino da população, difundindo-se a teoria da “explosão demográfica”, ou seja, o crescimento descontrolado da população.

Nos anos seguintes, porém, as taxas de natalidade também decresceram gradativamente e fizeram com que o crescimento demográfico caísse no país. Uma série de fatores foi responsável por essa ocorrência, mas podemos destacar: 
  1.  adoção de políticas neomalthusianas de controle da população com métodos contraceptivos; 
  2. inserção da mulher no mercado de trabalho e 
  3. difusão do planejamento familiar.
Por esse motivo, hoje se sabe que não havia uma explosão demográfica propriamente dita, mas sim uma transição demográfica no Brasil, um fenômeno que ocorreu de forma semelhante nos países desenvolvidos em tempos anteriores e que ainda acontece em nações subdesenvolvidas. Basicamente, uma queda nas taxas de mortalidade é sucedida, décadas depois, por uma igual queda nas taxas de natalidade. Dessa forma, as populações crescem rapidamente durante alguns anos e, depois, estabilizam-se novamente.














quarta-feira, 9 de março de 2016

Revolução Francesa

Contexto histórico

A França era ainda um país agrário em fins do século XVIII. Novas técnicas de cultivo e novos produtos melhoraram a alimentação, e a população aumentou. O início de industrialização j á permitia a redução de preços de alguns produtos, estimulando o consumo.


A burguesia se fortaleceu e passou a pretender o poder político e a discutir os privilégios da nobreza. Os camponeses possuidores de terras queriam libertar-se das obrigações feudais devi­das aos senhores. Dos 25 milhões de franceses, 20 milhões viviam no campo. 


O terceiro estado arcava com o peso de impostos e contribuições para o rei, o clero e a nobreza. Os privilegiados tinham isenção tributária. A principal reivindicação do terceiro esta­do era a abolição dos privilégios e a instauração da igualdade civil.


Os filósofos iluministas denunciaram a situação. Formavam-se clubes para ler seus livros. A burguesia tomava pé dos problemas e buscava conscientizar a massa, para obter-lhe o apoio.


A Revolução Francesa (14/07/1789) 
A situação social era tão grave e o nível de insatisfação popular tão grande que o povo foi às ruas com o objetivo de tomar o poder e arrancar do governo a monarquia comandada pelo rei Luis XVI. O primeiro alvo dos revolucionários foi a Bastilha. A Queda da Bastilha em 14/07/1789 marca o início do processo revolucionário, pois a prisão política era o símbolo da monarquia francesa.
 
O lema dos revolucionários era "Liberdade, Igualdade e Fraternidade ", pois ele resumia muito bem os desejos do terceiro estado francês.




 Assembleia Nacional Constituinte
No mês de  agosto de 1789, a Assembleia Constituinte cancelou todos os direitos feudais que existiam e promulgou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Este importante documento trazia significativos avanços sociais, garantindo direitos iguais aos cidadãos, além de maior participação política para o povo.

Girondinos e Jacobinos
Após a revolução, o terceiro estado começa a se transformar e partidos começam a surgir com opiniões diversificadas. 
  • Os girondinos, por exemplo, representavam a alta burguesia e queriam evitar uma participaçãomaior dos trabalhadores urbanos e rurais na política. 
  • Por outro lado, os jacobinos representavam a baixa burguesia e defendiam uma maior participação popular no governo. Liderados por Robespierre e Saint-Just, os jacobinos eram radicais e defendiam também profundas mudanças na sociedade que beneficiassem os mais pobres.

Terror Jacobino


Em 1792, os radicais liderados por Robespierre, Danton e Marat assumem o poder e organização as guardas nacionais. Estas recebem ordens dos líderes para matar qualquer oposicionista do novo governo. Muitos integrantes da nobreza e outros franceses de oposição foram condenados a morte neste período. A violência e a radicalização política são as marcas desta época.


Napoleão Bonaparte - A burguesia no poder


Em 1795, os girondinos assumem o poder e começam a instalar um governo burguês na França. Uma nova Constituição é aprovada, garantindo o poder da burguesia e ampliando seus direitos políticos e econômico. O general francês Napoleão Bonaparte é colocado no poder, após o Golpe de 18 de Brumário (9 de novembro de 1799) com o objetivo de controlar a instabilidade social e implantar um governo burguês. Napoleão assume o cargo de primeiro-cônsul da França, instaurando uma ditadura.
 
 

A Revolução Francesa foi um importante marco na História Moderna da nossa civilização. Significou o fim do sistema absolutista e dos privilégios da nobreza. O povo ganhou mais autonomia e seus direitos sociais passaram a ser respeitados. A vida dos trabalhadores urbanos e rurais melhorou significativamente. Por outro lado, a burguesia conduziu o processo de forma a garantir seu domínio social. As bases de uma sociedade burguesa e capitalista foram estabelecidas durante a revolução. Os ideais políticos (principalmente iluministas) presentes na França antes da Revolução Francesa também influenciaram a independência  de alguns países da América Espanhola e o movimento de Inconfidência Mineira no Brasil.



quarta-feira, 10 de junho de 2015

Vanguardas europeias



As vanguardas européias são os movimentos culturais que começaram na Europa no início do século XX, os quais iniciaram um tempo de ruptura com as estéticas precedentes, como o Simbolismo.
Nesse período, a Europa estava em clima de contentamento diante dos progressos industriais, dos avanços tecnológicos, das descobertas científicas e médicas, como: eletricidade, telefone, rádio, telégrafo, vacina anti-rábica, os tipos sanguíneos, cinema, RX, submarino, produção do fósforo. Ao mesmo tempo, a disputa pelos mercados financeiros (fornecedores e compradores) ocasionou a I Guerra Mundial.
O clima estava propício para o surgimento das novas concepções artísticas sobre a realidade. Surgiram inúmeras tendências na arte, principalmente manifestos advindos do contraste social: de um lado a burguesia eufórica pela emergente economia industrial e, de outro lado, a marginalização e descontentamento da classe proletária e a intensificação do desemprego (especialmente após a queda da bolsa de Nova Iorque em 1929).
O Brasil, por sua vez, passou de escravocrata para mão de obra livre, da Monarquia para República.
Os movimentos culturais desse período, responsáveis por uma série de manifestos, são: Futurismo, Expressionismo, Cubismo, Dadaísmo, Surrealismo, chamados de vanguardas européias.
“Vanguardas”, por se tratar de movimentos pioneiros da arte e da cultura e “européias” por terem origem na Europa.



Oswald de Andrade, Mario de Andrade e Manuel Bandeira

OSWALD DE ANDRADE

Oswald é um autor modernista. O movimento se caracteriza pela introdução na literatura de uma linguagem mais livre, semelhante à linguagem coloquial. O começo do movimento no Brasil foi a Semana de Arte Moderna, realizada em 1922 em São Paulo.

O modernismo pode ser dividido em três fases: o começo é marcado pelo rompimento com os estilos anteriores, em que o radicalismo é mais presente; no segundo, o movimento já é menos radical; a geração de 45 marca a terceira fase do movimento e é composta por diferentes estilos.


Estilo 
Oswald de Andrade pregava a liberdade na construção do texto, deixando de lado as formalidades encontradas nas obras dos períodos anteriores. O autor buscava, principalmente, formar uma identidade nacional, acreditava na relevância da cultura brasileira.


Principais obras

    Oswald de Andrade, escritor modernista brasileiro (Foto: Divulgação)
  • Manifesto Antropófago
  • Manifesto da Poesia Pau-Brasil
  • Memórias Sentimentais de João Miramar
  • O Rei da Vela

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MARIO DE ANDRADE

O escritor faz parte do modernismo, movimento literário que faz críticas ao anterior, o parnasianismo. Nas primeiras obras de Andrade é possível perceber a influência do que acontecia na Europa, como o futurismo, o dadaísmo e o expressionismo
Estilo
Pode-se perceber inovações na linguagem em algumas de suas obras, característica encontrada com frequência nas obras modernistas do período. Além disso, algumas obras apresentam características mais calmas e intimistas, enquanto outras trazem a política e as críticas para o debate. É importante ainda, perceber o uso do coloquialismo na linguagem, em oposição a um formalismo mais acentuado do parnasianismo.
Principais obras

  • Amar, Verbo Intransitivo
  • Macunaíma
  • Paulicéia Desvairada



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MANUEL BANDEIRA
O escritor começou na poesia parnasiana, mas ficou marcado na literatura pela atuação no modernismo. “Os Sapos” foi um dos poemas que se destacaram na obra de Manuel Bandeira, principalmente por ter sido lido no início da Semana de Arte Moderna. 
Estilo
O autor busca uma escrita direta e simples, apesar de conhecer e utilizar muitas vezes as formas clássicas de estruturação de poemas. Bandeira atuou como professor de literatura, então, possuia muito conhecimento sobre o tema, fazendo uso das métricas usuais das poesias rígidas. 
Doente, Bandeira tinha medo de morrer e colocava essa augústia em suas obras. Outros poemas apresentam a busca pela alegria da vida, apesar dos problemas. O cotidiano também é muito presente em sua obra, assim como uma certa nostalgia, lembrança dos tempos de infância. 
Com extensa obra literária, é possível perceber o tradicionalismo e a liberdade em diferentes poemas. A morte, o amor, a solidão estão presentes na sua poesia, da mesma forma que o erotismo e a infância.

manuel-bandeira-2Principais obras

  • Estrela da Manhã
  • Libertinagem
  • Os Sapos
  • Vou-me Embora pela Pasárgada


segunda-feira, 25 de maio de 2015

Gerúndio x Infinitivo

Quando usamos dois verbos juntos na língua inglesa, nem sempre o segundo aparece no infinitivo. Quem determina a forma que será adotada pelo segundo verbo é o primeiro e, infelizmente, não há nenhuma regra para nos ajudar. 

+ ING  -   DEPOIS DE: ENJOY, FINISH, CONSIDER, MIND, IMAGINE, AVOID, MISS, GIVE UP, GO ON, INVOLVE etc.

  • FINISH READING = terminar de ler
  • ENJOY TRAVELING = gostar de viajar
  • AVOID MISSING = evite perder
  • GO ON STUDYING = continue estudando
  • MISS PLAYING = sentir falta de tocar

DEPOIS DE: PREPOSIÇÕES

  • TO BE SORRY FOR BEING LATE = perdão pelo atraso
  • TO BE AFRAID OF SWIMMING = ter medo de nadar
  • TO BE ASHAMED OF LYING = ter vergonha de mentir
  • BEFORE STARTING = antes de começar
  • AFTER WORKING = depois de trabalhar

+ INFINITIVO - DEPOIS DE: AGREE, PROMISE, REFUSE, DECIDE, SEEM,PRETEND, APPEAR, PLAN, OFFER, ARRANGE, AFFORD, TEND, MANAGE, WANT etc.

  • AGREE TO STAY = concordar em ficar
  • PLAN TO TRAVEL = planejar viajar
  • PRETEND TO BE = fingir ser
  • SEEM TO UNDERSTAND = parecer entender
  • PROMISE TO GO = prometer ir

+ ING OU INFINITIVO (SEM MUDANÇA DE SENTIDO) - DEPOIS DE: START, BEGIN, CONTINUE etc.

  • START WORKING / START TO WORK = começar a trabalhar
  • BEGIN DOING / BEGIN TO DO = começar a fazer
  • CONTINUE DOING / CONTINUE TO DO = continuar fazendo
+ ING OU INFINITIVO (COM MUDANÇA DE SENTIDO)  -  DEPOIS DE: STOP, REMEMBER, REGRET etc.
  • STOP SMOKING = parar de fumar
  • STOP TO SMOKE = parar para fumar
  • REMEMBER READING = lembrar de ter lido
  • REMEMBER TO READ = não se esquecer de ler
  • REGRET INFORMING = arrependo-me de ter informado
  • REGRET TO INFORM THAT… = sinto informar que… 

PARA AJUDAR VOCÊ!!!

1. Formar o ANDO, ENDO, INDO

Ex: We are talking and drinking. (Estamos conversANDO e bebENDO.)
Ex.: You are smiling. (Você está sorrINDO.)

2. Formar adjetivos e substantivos.

Ex: She is very demandING. (Ela é muito exigente.) - adjetivo
Ex: The feelING you have. (O sentimento que você tem.) - substantivo

3. Iniciar frases:

Ex: Learning English is fun. (Aprender inglês é divertido.)
Ex: Eating vegetables is good for your health. (Comer verduras faz bem para a saúde.)

4. Depois de alguns verbos ou expressões, onde é obrigatório:

Ex: I feel like stayING home tonight. (Estou a fim de ficar em casa hoje à noite.)
Ex: I enjoy goING to school. (Eu gosto de ir para a escola.)

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Mundo pós-guerra fria




A Guerra Fria começou a esfriar durante a década de 1980. Em 1989, a queda do muro de Berlim foi o ato simbólico que decretou o encerramento de décadas de disputas econômicas, ideológicas e militares entre o bloco capitalista, comandado por Estados Unidos e o socialista, dirigido pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Na sequência deste fato, ocorreu a reunificação da Alemanha (Ocidental com Oriental).

Podemos afirmar que a crise nos países socialistas funcionou como um catalisador do fim da Guerra Fria. Os países do bloco socialistas, incluindo a União Soviética, passavam por uma grave crise econômica na década de 1980. A falta de concorrência, os baixos salários e a falta de produtos causaram uma grave crise econômica. A falta de democracia também gerava uma grande insatisfação popular.


No começo da década de 1990, o presidente da União Soviética Mikhail Gorbachev começou a implementar a Glasnost (reformas políticas priorizando a liberdade) e a Perestroika (reestruturação econômica). A União Soviética estava pronta para deixar o socialismo, ruma a economia de mercado capitalista, com mais abertura política e democrática. Na sequência, as diversas repúblicas que compunham a União Soviética foram retomando sua independência política. Futuros acordos militares entre Estados Unidos e Rússia garantiriam o início de um processo de desarmamento nuclear.



Na década de 1990, sem a pressão soviética, os outros países socialistas (Polônia, Hungria, Romênia, Bulgária, entre outros) também foram implementando mudanças políticas e econômica no sentido do retorno da democracia e engajamento na economia de mercado.



Portanto, a década de 1990 marcou o fim da Guerra Fria e também da divisão do mundo em dois blocos ideológicos. O temor de uma guerra nuclear e as disputas armamentistas e ideológicas também foram sepultadas. 



Guerra Fria

A Guerra Fria tem início logo após a Segunda Guerra Mundial, pois os Estados Unidos e a União Soviética vão disputar a hegemonia política, econômica e militar no mundo.
 
A União Soviética possuía um sistema socialista, baseado na economia planificada, partido único (Partido Comunista), igualdade social e falta de democracia. Já os Estados unidos, a outra potência mundial, defendia a expansão do sistema capitalista, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada. Na segunda metade da década de 1940 até 1989, estas duas potências tentaram implantar em outros países os seus sistemas políticos e econômicos.
 
A definição para a expressão guerra fria é de um conflito que aconteceu apenas no campo ideológico, não ocorrendo um embate militar declarado e direto entre Estados Unidos e URSS. Até mesmo porque, estes dois países estavam armados com centenas de mísseis nucleares. Um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, provavelmente, da vida no planeta Terra. Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na Coreia e no Vietnã.

Guerra da Coreia
 
A Guerra da Coreia foi um conflito armado entre Coreia do Sul e Coreia do Norte. Ocorreu entre os anos de 1950 e 1953. Teve como pano de fundo a disputa geopolítica entre Estados Unidos (capitalismo) e União Soviética (socialismo). Foi o primeiro conflito armado da Guerra Fria, causando apreensão no mundo todo, pois houve um risco eminente de uma guerra nuclear em função do envolvimento direto entre as duas potências militares da época.

Crise dos misseis
A crise dos mísseis de Cuba ocorrida em outubro de 1962, foi um dos momentos de maior tensão da Guerra Fria. A crise começou quando os soviéticos, em resposta à instalação de mísseis nucleares na Turquia, Grã-Bretanha e Itália em 1961 e à invasão de Cuba pelos Estados Unidos no mesmo ano, instalaram mísseis nucleares em Cuba.

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que começou no ano de 1959 e terminou em 1975. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. Esta guerra pode ser enquadrada no contexto histórico da Guerra Fria.