A analogia “sociedade de massas” faz referência à uma forma de desenvolvimento do capitalismo, onde os desejos e os interesses de vida dos indivíduos são produzidos em massa, como em uma grande fábrica de pessoas.
O conceito que melhor define a sociedade de massas é o de indústria cultural, desenvolvido pelos sociólogos Theodor Adorno e Max Horkheimer (2002), da famosa Escola de Frankfurt. Para estes pensadores, a indústria cultural atua como uma forma de padronização dos gostos e desejos dos seres humanos, voltando-os para o consumo, a vida para o trabalho e a diversão como forma de alienação, como uma forma dos homens não conseguirem reconhecer que são retirados de sua própria existência. A mídia e a propaganda atuam como principais elementos de massificação dos sujeitos. Pela mídia todos desejam imitar a “estrela” da vez ou cantar a música sucesso, mesmo que seja uma música que ofenda a mulher, a religião, a paz, dentre outros exemplos. Não se produz mais objetos para pessoas comprarem, mas pessoas que desejam comprar objetos, aumentando o lucro dos grandes empresários.
O surgimento da sociedade de massas
► A Segunda Revolução Industrial acelerou o processo de urbanização na Europa e nos Estados Unidos. Nas grandes cidades, formaram-se enormes mercados produtores e consumidores;
► Crescimento populacional: 1850
► O Crescimento populacional vem acompanhado do crescimento das cidades;
- Fatores:
1-) Melhoria na Alimentação: expansão mundial das áreas agrícolas;
2-) Avanços na área médica: hospitais infantis, maternidades, políticas sanitárias, descoberta da vacina contra varíola provocaram a queda da mortalidade (principalmente nos países ricos);
3-) Industrialização: principal fator para o crescimento populacional. Mecanização da agricultura e o uso de fertilizantes permitiram ampliar a produtividade do solo, enquanto a expansão das indústrias ofereceu uma nova fonte de sustento para a população;
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